Literatura

“1984” (ou “Nineteen Eighty-Four”) é um clássico da Literatura Universal, além de contar com duas adaptações para o cinema, uma em 1956 e a outra em 1984. O livro foi escrito em 1948, por George Orwell – pseudônimo de Eric Arthur Blair –, pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial. O enredo mostra um futuro sombrio, cujos fatos se passam no ano de 1984; um futuro distante para a época em que foi escrito. Trata-se de uma distopia, vocábulo derivado do grego “Dys” (mau, dor, privação) e “topos” (lugar).

Em “A Hora da Estrela”, Clarice Lispector traz a história fictícia de Macabéa, uma nordestina de Maceió que, por ser órfã dos pais, foi criada por uma tia, a qual lhe educou com “pauladas na cabeça”. Mesmo assim, Macabéa conseguiu concluir um curso de datilografia e migrou para o Rio de Janeiro, onde trabalha num escritório.

Rob Fleming ou, simplesmente, Rob é um sujeito com cerca de 35/36 anos de idade e acabou de levar um fora da namorada. Antes disso, Rob chegou a cursar faculdade, contudo não se formou. Atualmente, mora num pequeno apartamento e tem uma loja, onde vende discos de vinil e fitas cassetes, o que não deixa de ser “Cult”, já em meados da década de 1990, época em que enredo se desenrola.

“Crime e Castigo” (1865) é um dos principais romances de Fiodor Mikhailovich Dostoievski (1821-1881), e traz como protagonista Rodion Românovitch Raskólnikov, um jovem com vinte e poucos anos de idade e que, por dificuldades financeiras, acaba de abandonar o curso de Direito. Em meio a este cenário, Raskólnikov começa a se ver perturbado por um sentimento de realizar algo nobre em prol da humanidade. Por conta disso, classifica os homens como ordinários e extraordinários. Ordinários seriam aqueles que adotam apenas o chamado “comportamento de manada”, ou seja, tem uma postura passiva e acrítica no modo de conduzirem suas vidas. Já os extraordinários seriam aqueles que, por meio de atos heróicos, contribuem para o avanço e bem estar da sociedade e de seus semelhantes, nem que para isso precisem matar. Matar, aliás, não seria um problema, uma vez que a História, cedo ou tarde, os absolverá e os glorificará, tal como ocorreu com César e Napoleão.

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