O Pensador – Auguste Rodin

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“O Pensador”, de Auguste Rodin (1840-1917), traz a figura humana em tom universal e atemporal, sobretudo pela ausência de vestimentas. Além disso, o nu indica uma introspecção intensa do personagem; um recolhimento pleno do ser humano em sua essência. A cabeça inclinada e as feições rígidas reafirmam esse mergulho em si.

Os músculos do personagem, de igual modo, chamam a atenção, seja pela anatomia bem definida, seja porque também estão contraídos como se estivessem prontos para o combate. Isto parece indicar que corpo e mente não estão dissociados entre si. A tensão do “pensar” reflete no corpo, o que colide com o dualismo cartesiano.

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